Eu e meus cabelos

Você aceita seus cabelos?

Qual é a representação que tem para você o corte de cabelo?

Nós mulheres vivemos mudando nossos penteados e tudo bem, faz parte.


Como vocês já perceberam eu gosto de mudar meus cabelos:

natural, trança, escova e megahair.

Cada penteado se conecta comigo, por exemplo: quando sinto que preciso colocar tranças, refere-se ao um tempo de maior profundidade com minhas história familiar e assim sucessivamente.


Você já parou para observar que em alguns momentos da nossa vida queremos mudar o estilo de roupa, móveis da casa, vivenciar novos aprendizados entre outras ações?


Pois bem, eu Ana, estou em um momento de lapidação profunda. Interessante que desde junho após o meu aniversário comentei aqui que este é o tempo de potencializar a minha essência e desde então, ando mergulhando de uma maneira diferente em meu autocuidado, inclusive no tempo de devocional, meditação eu tenho novos insights sobre mim, verdades as quais não sabia e novos florescer ocorrem. Até escrevi aqui no blog o texto "Libere sua essência".


Compartilhei a importância de liberar a essência, algumas pessoas apresentam sintomas de ansiedade, crises essenciais e depressão porque estão aprisionadas na dor e deixem sua essência morrer.

Desde 2014 desenvolvo ações para liberar minha essência, pois sou Filha amada, mas houve fases em minha vida que fiquei aprisionada na dor e nem percebia, infelizmente.

Mas, o que tem haver meu cabelos com essa reflexão?


Então, ontem, vivenciei uma experiência que tocou minha alma. Já estava agendado o novo penteado de Ana, na quarta-feira passada fui no salão para hidratar, precisava de cuidado meu cabelo natural e ali começou arder em meu coração que não queria mais meus cabelos presos, mas não prestei atenção.


E ontem no momento da meditação senti que meus cabelos devem ficar soltos, estilo Black, e dai dei ouvidos e fui em rumo para realizar as minhas atividades do dia a dia.


Porém, em um momento no trânsito estava aguardando o semáforo e um pessoa que estava no carro ao lado fez um elogio do meu cabelo Black. Nossa! Foi uma confirmação de ficar neste momento com meu natural.


A questão é: identifiquei que este é o tempo de deixar livre meu cabelo natural. Recordei que na infância e outros momentos de fases da minha vida, sofri com as palavras pejorativas em relação ao meu cabelo natural. Eu consegui acolher sempre, pois ao resgatar o amor próprio consegui ressignificar minha dor.


O fruto do acolhimento proporciona para mim, a valorização das multiformas do meu cabelo e sou feliz. Mas, neste momento entendi que acolher a liberdade de deixar os cabelo natural, para fortalecer, nutrir é necessário para potencializar o autoconhecimento e possibilitar novos voos de dentro para fora.


Enfim, eu não sei se você anda com resíduos de dores aí que paralisam sua autoestima e autoconfiança, mas a dica é:


Permita-se olhar para dentro! Você é obra prima, uma jóia rara que tem um grande ouro pra compartilhar ao mundo.

Olhe para dentro e procure conectar com sua essência existe um conjunto de possibilidades que somará para sua aprendizagem, entre delas a psicoterapia, jornada de autoconhecimento, imersão etc. Conecte-se com você!